o óbvio restringe o conhecimento.
existem aqueles que acham que enxergam a mais profunda verdade por entre vielas de palavras complexas, quando a verdade é relativa e óbvia.
existem aqueles que se conformam ser o preterível, o instântaneo, e, simbioticamente, alcançar a obviedade dependente, relativa ao que é apresentado.
o simples é o exato. o exato é óbvio. e viver é óbvio, por isso cansa a quem compreende isso e é agradável a quem nada.
1.26.2008
ser: desagradável
desagradável é escutar o som do verão quando não se gosta dele. agradável é não ter uma história coletivamente fantástica para contar das férias, porque, de fato, o que foi feito foi aproveitável, individualmente.
desagradável é achar que é nada, porque o que seria tudo de fato é infimamente nada. no meio tempo, corrói-se a alma e quer-se chorar por achar que será difícil carregar o tudo. e é, exatamente por isso, que você será mentalmente nada. o tudo é somente o que você pode ter e o que irá te acrescentar, egoistamente falando, algo a sua mente inexata.
desagradável é achar que é nada, porque o que seria tudo de fato é infimamente nada. no meio tempo, corrói-se a alma e quer-se chorar por achar que será difícil carregar o tudo. e é, exatamente por isso, que você será mentalmente nada. o tudo é somente o que você pode ter e o que irá te acrescentar, egoistamente falando, algo a sua mente inexata.
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