Olho-me dentro daquele quadrinho azul. Nome, sobrenome, estado civil, país, estado, cidade... Um currículo pós-moderno. Uma vitrine; fantasia. Posso ser quem eu quiser. Posso finalmente ser eu mesma. Nesta vitrine, a gatinha.pink faz uma pose sensual, a fim de divulgar os seus atributos para todos os pivete.playsson.muleke.piranha. Depois de várias tentativas, eles se encontram. Espaço de relacionamento.
Olho-me, novamente, dentro daquele quadrinho azul. Adoro as minhas comunidades. Encontrei meus pares? Que isso, nem posto comentários. Gosto das descrições e da sensação de ter um bocado de “a toas” iguais a mim.
Sou olhada, por várias vezes, através daquele quadrinho azul: “deixar-eu-ser-cult-e-não-ter-orkut”? Algumas vezes eu quis... Mas ainda vejo alguma necessidade de me ver no quadrinho azul... As piadas internas são as melhores.A esta altura gatinha.pink e pivete.playsson.muleke.piranha já engataram um relacionamento. Coisa pós-moderna, porque eles aceitam pegações extra-relacionamento. Gente bem-resolvida é outra coisa.
5.22.2007
5.21.2007
..o rio; sem alma...
Não rio sem alma. Tenho medo das pessoas – elas são realmente estranhas. Não inicio conversa com quem se ache legal: você é aquilo que os outros acham que você é; salve as suas considerações próprias para si mesmo. Nariz de princesa, sorriso bonito, encantadora, infindável beleza – ah, por favor, não comece! Isso não cabe aqui!
Sonhei um dia contigo, que era exatamente como és. Acordei feliz: em terras distantes hei de encontrá-lo. Não sabia que existia bem do meu lado.
Não compartilho. Sou irritante, chata, neurótica a ponto de parecer fazer uso de psicotrópicos. Tenho medos que ninguém mais tem. Quer saber?
Rodei e rodei por mundos nunca dantes vividos. Convivi com criaturas exemplares e que ninguém mais viu. Interessante? Deixa você saber o que eu já fiz até hoje. A evolução da espécie segue: Freak – geek – nerd – spice girls – hippie – grunge – punk – eu.mesma.
A minha definição das coisas sempre anteviu a fase que eu viveria. Aos treze anos já sabia das desilusões amorosas – experiências vividas, lidas e ouvidas. Sabia definir o que esperar de um homem; você só atrai aquilo que você deseja para aquele momento.
Arquitetura postergada, mas em stand by.
Sonhei um dia contigo, que era exatamente como és. Acordei feliz: em terras distantes hei de encontrá-lo. Não sabia que existia bem do meu lado.
Não compartilho. Sou irritante, chata, neurótica a ponto de parecer fazer uso de psicotrópicos. Tenho medos que ninguém mais tem. Quer saber?
Rodei e rodei por mundos nunca dantes vividos. Convivi com criaturas exemplares e que ninguém mais viu. Interessante? Deixa você saber o que eu já fiz até hoje. A evolução da espécie segue: Freak – geek – nerd – spice girls – hippie – grunge – punk – eu.mesma.
A minha definição das coisas sempre anteviu a fase que eu viveria. Aos treze anos já sabia das desilusões amorosas – experiências vividas, lidas e ouvidas. Sabia definir o que esperar de um homem; você só atrai aquilo que você deseja para aquele momento.
Arquitetura postergada, mas em stand by.
"Sejemos"
E o mundo é muito grande.
Basta que eu espirre
Para eu o possuir ainda mais.
E que o mundo seja complexo diante dos alienados: eles não o entendem. A lógica é sistemática; ela é simples e te trata com desdém. É o blasè que te olha com indiferença; é o mendigo que te pede menos. O mundo é simples, nós é que temos tornado palco de uma vivência por deveras complexa, para dignificar a nossa existência. “Semos” todos burros!
Basta que eu espirre
Para eu o possuir ainda mais.
E que o mundo seja complexo diante dos alienados: eles não o entendem. A lógica é sistemática; ela é simples e te trata com desdém. É o blasè que te olha com indiferença; é o mendigo que te pede menos. O mundo é simples, nós é que temos tornado palco de uma vivência por deveras complexa, para dignificar a nossa existência. “Semos” todos burros!
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