2.03.2006

Ctrl Z

Como eu queria que em algum lugar existisse uma tecla Crtl Z, para desfazer as coisas monótonas e as escolhas erradas. Assim a vida seria perfeita!
É, é de se analisar essa tal perfeição - que não existe: acaso eu tivesse uma vida perfeita a minha busca por coisas melhores se cessaria e eu me conformaria com as efemerides... Sim, a vida se tornaria um conjunto de efemérides, porém sem alguma comemoração.
Não quero uma vida perfeita, mas que a busca por tal seja compensadora em alguma parte do percurso, pois ainda me dói as conseqüências de se acreditar nas possibilidades remotas... sabe, eu nunca me dei bem com possibilidades remotas... Siga os seus instintos...: essa é a minha frase! Segui parte deles, é válido?!

Questionamentos:
as questões me invadem a mente sempre que escurece-se o dia e a cabeça toca o travesseiro. Conclusões analíticas, dissecadas por memórias de tempos distantes, escolhas quase sempre precipitadas... Se as minhas escolhas não fossem precipitadas, eu não seria eu! E nesse jogo da vida is there a room for being yourself but sensible? Não sei, realmente, o que esperar...
Já sei, acho que pra esse ano - que já está sendo devorado, 2o. mês! - um gringo me espera em terras outras. Projeto total abroad - parece nome de aparelho de ginástica milagroso -, vai ser a meta! Ou, melhor, o objetivo. O tal do gaze tem que brotar...

Vida longa a encenação final! Sem borrachas, Liquid Paper's, corretivos faciais ou Crtl Z: a vida é isso aí, que você procura ou insiste em renegar!

2.01.2006

crazy coisa

as coisas estão loucas
as coisas estão tão loucas que
parecem conspirar contra mim.
sim, as coisas estão loucas.

no money left, for doing my things
no remainning joy, for keep on
moving on
crazy things

as coisas estão loucas,
porque assim merecem estar
eu acredito no futuro,
pois, ainda que me pareca
imundo
é nele que vou estar.

no is the word
not the anti-word
crazy but alive
moving on
although in denial

as coisas parecem ser loucas
pois estão loucas
crazy, but daring
darling, don’t stare
face it!

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um paradoxo de sanidade e loucura