This shit is getting crazy, but the craziness is not the point I’m reaching by now. I own myself and I won’t sell it even for three thousand billion pounds of gold.
Man, can you handle yourself? Picture: have you ever felt like there was another you inside? Or, like there were a plenty of you’s inside your head?
Suddenly, you head is aching, asking for changes because one of you’s is crying for some space. Then, you will start liking lemon ice creams…
I feel like I’m finally adding up my me’s… they’re becoming one, a big and strong one. The soon is coming up faster than the later, but time is slowing down.
I guess it’s good. Another day, I found out I was too big to fit frames. I found out I was too big to say any word for please. I found out people who like me really do like me… and they’re few ones I can support and I can stand.
Thanks for being myself and being a visionary.
3.01.2009
1.15.2009
você
Início de tudo:
Inocentemente, você acha que para conquistar o seu lugar no mundo, você precisa agradar a todos. Assim, não existirão conflitos... exceto aqueles que lhe corroem as entranhas.
Aí surge um lapso de tempo, de um tempo que você governava a si mesmo e lhe consentia um pouco de sabedoria. E, ao recolocar estas lembranças a sua frente, você começa a perceber que o que houve entre o tempo de sabedoria e o vivido foi um lapso e não aquele em que houve alguma lucidez.
E, de repente, você já não é mais tão singelo... e a sua personalidade é comparada a de um psicopata, sempre planejando a maneira mais doce e meiga de sublimar seus desafetos.
E, de repente, você não faz mais parte, porque não reluz perfeição, porque não se senta adequadamente... porque é feliz.
E, de repente, os personagens desejam ser o que sua quinta parte é... e, de tão incapazes, não se buscam dentro de seus próprios conflitos... são tudo, menos parte... são algo além e abaixo e querem sugar o que não pode ser sorvido.
Fim de tudo:
- acho que você deveria cortar o cabelo para esta moldura lhe caber...
Inocentemente, você acha que para conquistar o seu lugar no mundo, você precisa agradar a todos. Assim, não existirão conflitos... exceto aqueles que lhe corroem as entranhas.
Aí surge um lapso de tempo, de um tempo que você governava a si mesmo e lhe consentia um pouco de sabedoria. E, ao recolocar estas lembranças a sua frente, você começa a perceber que o que houve entre o tempo de sabedoria e o vivido foi um lapso e não aquele em que houve alguma lucidez.
E, de repente, você já não é mais tão singelo... e a sua personalidade é comparada a de um psicopata, sempre planejando a maneira mais doce e meiga de sublimar seus desafetos.
E, de repente, você não faz mais parte, porque não reluz perfeição, porque não se senta adequadamente... porque é feliz.
E, de repente, os personagens desejam ser o que sua quinta parte é... e, de tão incapazes, não se buscam dentro de seus próprios conflitos... são tudo, menos parte... são algo além e abaixo e querem sugar o que não pode ser sorvido.
Fim de tudo:
- acho que você deveria cortar o cabelo para esta moldura lhe caber...
11.26.2008
pelo bem da nação...
Quando se é criança, a nação é composta de duas pessoas e, no mais, por forasteiros que insistem em invadir as fronteiras dessa nação. No início, a sua nação é tudo aquilo que você pode ver e definir.
O que fazer quando a nação a que se referencia não lhe reconhece? - o mundo todo e todo o resto serão para sempre os juízes de qualidade do que se deixou de reconhecer ante a nação.
O que fazer quando a nação a que se referencia não lhe reconhece? - o mundo todo e todo o resto serão para sempre os juízes de qualidade do que se deixou de reconhecer ante a nação.
11.16.2008
Ooops...
Concentro-me para a próxima leitura. Sinto um alívio por estar acrescentando algo à minha vida, ainda que a leitura não seja das mais agradáveis. Volto, enfim, ao lugar de onde não deveria ter saído.
Tudo é muito mais simples. As cores são exatamente como os meus olhos as vêem. E eu sou somente o que eu quero ser. Uma vez para cada dia. Não é preciso fixar, não é preciso colar. Os clichês preenchem os espaços de tédio e pouca criatividade, e é isso que move a sua vida.
Concentro-me para o que me dará um futuro nobre: minha mente. Sempre estou aquém de um limiar que é abstrato.
Sinto-me confortável dentro de mim, tao confortável que posso dançar o que quiser que não parecerei ridícula. As arestas não machucam tanto quando reverbero dentro de mim.
Ooops... O caminho de volta não foi fácil. Acreditar novamente é um passo a frente ou para trás, basta saber com o que lidar da próxima vez.
Tudo é bastante simples. Todo mundo sempre tem algo a dizer e a fazer valer o que é dito. À compelir o que pode ser vivido. E se tudo fosse impulso?
Concentro-me em minhas músicas. Aqueles sons da madrugada. Aqueles momentos nostálgicos. Aquilo que poderia ser vivido. Concentro-me mais profundamente e acabo por chegar em mim mesma. Acabo por arredondar o inquebrável e retornar a mim.
Oh, e sempre existirá tudo aquilo a que se perguntar... senão você seria uma ameba irracional. E sempre existirá tudo aquilo a se desejar dizer, porque isso significa evoluir.
E eu não sei nada. Não sei pensar. Não sei viver. Mas, voltei a saber de mim.
Tudo é muito mais simples. As cores são exatamente como os meus olhos as vêem. E eu sou somente o que eu quero ser. Uma vez para cada dia. Não é preciso fixar, não é preciso colar. Os clichês preenchem os espaços de tédio e pouca criatividade, e é isso que move a sua vida.
Concentro-me para o que me dará um futuro nobre: minha mente. Sempre estou aquém de um limiar que é abstrato.
Sinto-me confortável dentro de mim, tao confortável que posso dançar o que quiser que não parecerei ridícula. As arestas não machucam tanto quando reverbero dentro de mim.
Ooops... O caminho de volta não foi fácil. Acreditar novamente é um passo a frente ou para trás, basta saber com o que lidar da próxima vez.
Tudo é bastante simples. Todo mundo sempre tem algo a dizer e a fazer valer o que é dito. À compelir o que pode ser vivido. E se tudo fosse impulso?
Concentro-me em minhas músicas. Aqueles sons da madrugada. Aqueles momentos nostálgicos. Aquilo que poderia ser vivido. Concentro-me mais profundamente e acabo por chegar em mim mesma. Acabo por arredondar o inquebrável e retornar a mim.
Oh, e sempre existirá tudo aquilo a que se perguntar... senão você seria uma ameba irracional. E sempre existirá tudo aquilo a se desejar dizer, porque isso significa evoluir.
E eu não sei nada. Não sei pensar. Não sei viver. Mas, voltei a saber de mim.
Comparações
À medida que comparamos alguém com uma terceira pessoa desejamos inconscientemente que ela fosse, em algum momento, em alguma qualidade, como essa pessoa. Como um pensamento ligeiramente perdido, como uma saudade pelo que nunca aconteceu – um sonho precisamente encadeado -, desejamos mostrar a quem é comparado que ele pode ser melhor – segundo a sua ótica. E, por isso, tenho em mente que comparações ensejam uma humilhação imperdoável.
É assim que eu me sinto toda vez que eu sou comparada com outra pessoa. Imagino que a pessoa que me compara deseja que eu seja como o parâmetro que é utilizado na ação. Sinto-me profundamente humilhada, especialmente estando anos-luz à frente deste tal parâmetro.
Na verdade, buscamos sempre as facilidades já vividas sem os problemas vivenciados. Daí que eu posso concluir o motivo de se engendrarem comparações.
É assim que eu me sinto toda vez que eu sou comparada com outra pessoa. Imagino que a pessoa que me compara deseja que eu seja como o parâmetro que é utilizado na ação. Sinto-me profundamente humilhada, especialmente estando anos-luz à frente deste tal parâmetro.
Na verdade, buscamos sempre as facilidades já vividas sem os problemas vivenciados. Daí que eu posso concluir o motivo de se engendrarem comparações.
11.09.2008
delicate*
We might kiss when we are alone
When nobody's watching
We might take it home
We might make out when nobody's there
It's not that we're scared
It's just that it's delicate
So why do you fill my sorrow
With the words you've borrowed
From the only place you've known
And why do you sing Hallelujah
If it means nothing to you
Why do you sing with me at all?
We might live like never before
When there's nothing to give
Well how can we ask for more
We might make love in some sacred place
The look on your face is delicate
So why do you fill my sorrow
With the words you've borrowed
From the only place you've known
And why do you sing Hallelujah
If it means nothing to you
Why do you sing with me at all?
So why do you fill my sorrow
With the words you've borrowed
From the only place you've known
And why do you sing Hallelujah
If it means nothing to you
Why do you sing with me at all?
*damienrice
When nobody's watching
We might take it home
We might make out when nobody's there
It's not that we're scared
It's just that it's delicate
So why do you fill my sorrow
With the words you've borrowed
From the only place you've known
And why do you sing Hallelujah
If it means nothing to you
Why do you sing with me at all?
We might live like never before
When there's nothing to give
Well how can we ask for more
We might make love in some sacred place
The look on your face is delicate
So why do you fill my sorrow
With the words you've borrowed
From the only place you've known
And why do you sing Hallelujah
If it means nothing to you
Why do you sing with me at all?
So why do you fill my sorrow
With the words you've borrowed
From the only place you've known
And why do you sing Hallelujah
If it means nothing to you
Why do you sing with me at all?
*damienrice
11.08.2008
Pois é,
Existem duas categorias de ignorados:
- Aqueles que desconhecem que existe vida fora de sua bolha de pesar pela prosperidade alheia.
- Aqueles que pela obviedade com que percebem o mundo são incompreensíveis pela maior parte dos medianos.
... e temos convivido com ambos.
- Aqueles que desconhecem que existe vida fora de sua bolha de pesar pela prosperidade alheia.
- Aqueles que pela obviedade com que percebem o mundo são incompreensíveis pela maior parte dos medianos.
... e temos convivido com ambos.
11.06.2008
precoce
Gosto quando chove, me deixa mais feliz. Me deixa com vontade de conhecer mais gente e ser menos rabugenta. Gosto quando chove, porque volto no tempo, no tempo onde ainda podia segurar nas mãos dos meus pais sem sentir-me inquietada.
Gosto de dormir ouvido o barulho da chuva batendo em qualquer lugar... sinfonia e canção de ninar.
Gosto quando chove porque as coisas ficam mais cinzentas e eu mais colorida... o calor me afeta os pensamentos e o sol escurece minha amplitude.
Gosto quando chove, porque me brota uma inspiração: turbilhão de palavras explodindo em pensamentos completamente desordenados.
Gosto quando chove, porque isto revigora meus sonhos e estimula a continuar me buscando... é infindável!
Gosto quando chove e o vento bate na janela, cantarolando músicas que parecem saídas de filmes do Hitchcock. Gosto da chuva, porque o medo se dissipa e os filmes de terror se tornam meramente brinquedos para crianças crescidas.
Gosto quando chove, porque me lembro por que nunca cresci... por que insisto em ser tão adulta desde que nasci?
Gosto de dormir ouvido o barulho da chuva batendo em qualquer lugar... sinfonia e canção de ninar.
Gosto quando chove porque as coisas ficam mais cinzentas e eu mais colorida... o calor me afeta os pensamentos e o sol escurece minha amplitude.
Gosto quando chove, porque me brota uma inspiração: turbilhão de palavras explodindo em pensamentos completamente desordenados.
Gosto quando chove, porque isto revigora meus sonhos e estimula a continuar me buscando... é infindável!
Gosto quando chove e o vento bate na janela, cantarolando músicas que parecem saídas de filmes do Hitchcock. Gosto da chuva, porque o medo se dissipa e os filmes de terror se tornam meramente brinquedos para crianças crescidas.
Gosto quando chove, porque me lembro por que nunca cresci... por que insisto em ser tão adulta desde que nasci?
hoje me deu vontade de ser serial-killer
Como as pessoas não conseguem pensar no mais óbvio dos caminhos, na mais óbvia evolução? Esquecem-se de que somos constantemente expostos à seleção natural e que, no mais previsível dos segundos, somos colocados à prova para que o nosso entendimento renasça.
Hoje, na fila no banco, me deu vontade de ser serial-killer...
Mas, o que seria do mundo se não houvessem conflitos?
- Seria terra de pseudo-intelectuais forjando o seu próprio entendimento.
Hoje, na fila no banco, me deu vontade de ser serial-killer...
Mas, o que seria do mundo se não houvessem conflitos?
- Seria terra de pseudo-intelectuais forjando o seu próprio entendimento.
Por tudo o que estiver para acontecer
Decidi que o tempo depende de mim mesma. O mais óbvio dos ditados populares é o mais sensato. Decidi que preciso dizer tudo o quanto antes, ainda que o que ocupa maior parte neste tudo não consegue sair... este tudo exala através do meu rosto, do meu mau-humor constante e da vontade de não ser mais parte.
Decidi que o que havia para ser encontrado já foi. Aconteceu como eu havia previsto, imaginado... sonhado. Decidi que agora o que se segue não depende somente de mim, mas de você também. Somos dependentes um do outro, mas nossas vidas seguirão seguramente se houvermos de nos separar.
- Desculpe-me pelo pessimismo. Eu penso demais! Eu penso em todas as possibilidades plausíveis que, por ventura, venham a se situar no meio de nós dois. Desculpe-me pelas minhas inseguranças. Temo em lhe perder exatamente pela minha paradoxal racionalidade dionisíaca. Temo em lhe perder para o meu maior medo: enlouquecer como aquela paciente da Lygia Clark.
- Porra!
- Que foi? Desistindo? Temo por muita coisa. Temo que a admiração que tem por mim se esvaia quando eu sentar e chorar porque meu cabelo não fica como eu gosto. Temo que me ache fútil, porque quero ter meus luxos... E perco tanto tempo com minhas insanidades que, por vezes, esqueço-me que sou para você aquilo que és para mim... E lhe roubei tão bem roubado tal como Janete Jane... [isso foi para lhe imitar e não tornar tudo tão comum e piegas...]
- hehe.
Decidi que o que havia para ser encontrado já foi. Aconteceu como eu havia previsto, imaginado... sonhado. Decidi que agora o que se segue não depende somente de mim, mas de você também. Somos dependentes um do outro, mas nossas vidas seguirão seguramente se houvermos de nos separar.
- Desculpe-me pelo pessimismo. Eu penso demais! Eu penso em todas as possibilidades plausíveis que, por ventura, venham a se situar no meio de nós dois. Desculpe-me pelas minhas inseguranças. Temo em lhe perder exatamente pela minha paradoxal racionalidade dionisíaca. Temo em lhe perder para o meu maior medo: enlouquecer como aquela paciente da Lygia Clark.
- Porra!
- Que foi? Desistindo? Temo por muita coisa. Temo que a admiração que tem por mim se esvaia quando eu sentar e chorar porque meu cabelo não fica como eu gosto. Temo que me ache fútil, porque quero ter meus luxos... E perco tanto tempo com minhas insanidades que, por vezes, esqueço-me que sou para você aquilo que és para mim... E lhe roubei tão bem roubado tal como Janete Jane... [isso foi para lhe imitar e não tornar tudo tão comum e piegas...]
- hehe.
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