10.28.2007

síndrome de winckelmann?

acho que fui contaminada pela síndrome de Winckelmann,até o fim do fim de semana.

mudei-me para a grécia, em pensamento. para a grécia, onde a origem das coisas era clara e a natureza um canal fático.

síndrome de Winckelmann pelo próprio Winckelmann e pela carga épica a que fui acometida...

peraí que fui ouvir o que aristóteles tem a dizer...

10.26.2007

like liquor

Swallowed like liquor, cherry pops your wisdom.
I wish I could be just like you. I feel like I’m stupid whenever I split a word beside you.
Like liquor, I go from sweetness to bitterness… I’m kinda bittersweet.
I’m the lost flower from your garden, just like you are the wanted star from my constellation.

Like a liquor, better don’t taste all in… the more gets older, the better it comes.
we both had been pictures aside the frame. We’ve built our own frame in a parallel universe… just like the song:

Deep inside of a parallel universe
It's getting harder and harder
To tell what came first

Under water where thoughts can breathe easily
Far away you were made in the a sea
Just like me

Christ I'm a sidewinder I'm a
California king
I swear it's everywhere
It's everything

Staring straight up into the sky
Oh my my a solar system that fits
In your eye microcosm

You could die but your never death spider web
Take a look at the stars in
Year head fields of space kid

Christ I'm a sidewinder I'm a
California king
I swear it's everywhere
It's everything
Christ I'm a sidewinder I'm a
California king
I swear it's everywhere
It's everything

Psychic changes are born in your heart entertain
A nervous breakthrough that makes us the same
Bless your heart girl

Kill the pressure it's raining on
Salty cheese
When you hear the beloved song
I am with you

Christ I'm a sidewinder I'm a
California king
I swear it's everywhere
It's everything

Christ I'm a sidewinder I'm a
California king
I swear it's everywhere
It's everything


[parallel universe.rhcp]

are we goin to Cocaigne?

10.15.2007

Rhetorical Negligence

Hey, let’s talk about something you don’t know... could it be easy for you? For me, it’s quite impossible. I’d rather hear and take mentally notes. Let’s keep on talking about that thing you’re not supposed to know. It’s quite easy, especially whether I’m not around to listen to that. I’m starting to get angry and, for me, this state o’ mind passes a lot of times away from me.
Keep on talking about that. Make up anything to make it interesting for your audience. Oh, yeah, non stop talking. Your speech is quite brilliant. Plato would be proud of you. Rhetoric is the thing for you starting to grow up – mentally – and, paradoxally, for you starting to decrease your (supposed) wisdom.

Let’s go to another round on talkative questions. You don’t know, as I mentioned, anything about the subject. You talk ‘bout that as you were familiar to it. However, the thing is not concerned on your rhetoric – brilliant, though -; the thing is concerned on your stupid way of avoiding your knowledge: you don’t know the subject. Resign on that you can’t speak based on you don’t know; prefer to let that thing catch the flow and keep on walking. I’m sure she’s quite experienced on life to walk on her own.

10.10.2007

você espera durante um bom tempo. relativamente grande para que se possa aprender com o que se vê e com o que é ouvido.

você anda em círculos durante um bom tempo. relativamente enervante para que se possa entender o por quê de se ter errado.
você gera momentos inoportunos a todo momento. suficientemente irritantes para que se possa descobrir quem são aqueles que realmente importam para a sua existência.

você respira fundo até que as sujeiras incomodem os seus pulmões, até que se sinta tonto o suficiente para saber que sem aquilo você inexiste.
você olha para o lado, vê uma pessoa. pessoa esta que, por sua vez, insconscientemente, precisa de você. assim como você precisa dela. porém, não tenho nada a lhe falar.

você espera um bom tempo, somatiza, sintetiza, formaliza as suas pertinências - a si mesmo não lhe cabe a inteligência; cabe situar-se no mundo imagético de quem tomamos emprestados personagens...
você é a espera... sem mais delongas, você é a espera para o segundo seguinte; otimize.

10.07.2007

danos gerais

estou vivendo em um processo de retrocesso mental. nada do que posso afirmar que sei, realmente o sei.
estou vivendo um processo de recrudescimento da alma. não me torno uma pessoa fria, mas vazia de concepções. cansei de me explicar-me e de explicar a situação do indivíduo ao mundo.

dano esse querer ser algo como uma pensadora. escreverei um livro bobinho de auto-ajuda, um livro barato-vazio-tosco, do tipo desses nomes: quem mexeu no meu queijo? quem meteu na minha b******... esses livros que poupa-me o tempo e os neurônios ao resumir na sua capa a sua estória e eu, insconscientemente, antever o desfecho...bizarro.

bizarro é quem os compra.considera-se dotado de uma intelectualidade nata. brrr.


outro dia encontrei um pseudo-intelectual. nesses momentos eu estou burra, estrategicamente. aliás, como o mundo está cheio deles. eu olho e já sinto o cheiro que exala de cerébros em má formação.

não sou escrota, mas realista. quer dizer que sabe, quer dizer que gosta, que dizer que faz bem feito: não é verdade. quem sabe prova naturalmente; quem gosta exala o seu gosto peculiar; quem faz bem feito se permite elucidar a perfeição - odeio a palavra perfeição.

eu não sou nada. danos gerais. alguma coisa se é, se se faz parte. eu sou? danos gerais. não quero ser a intelectual que acaba de voltar de barcelona com inúmeros elogios na bagagem.
falar espanhol me incomoda. a não ser que seja em cuba. a questão do exalar o gosto, o saber, o bem fazer...

danos gerais. captar mais.

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um paradoxo de sanidade e loucura