Não rio sem alma. Tenho medo das pessoas – elas são realmente estranhas. Não inicio conversa com quem se ache legal: você é aquilo que os outros acham que você é; salve as suas considerações próprias para si mesmo. Nariz de princesa, sorriso bonito, encantadora, infindável beleza – ah, por favor, não comece! Isso não cabe aqui!
Sonhei um dia contigo, que era exatamente como és. Acordei feliz: em terras distantes hei de encontrá-lo. Não sabia que existia bem do meu lado.
Não compartilho. Sou irritante, chata, neurótica a ponto de parecer fazer uso de psicotrópicos. Tenho medos que ninguém mais tem. Quer saber?
Rodei e rodei por mundos nunca dantes vividos. Convivi com criaturas exemplares e que ninguém mais viu. Interessante? Deixa você saber o que eu já fiz até hoje. A evolução da espécie segue: Freak – geek – nerd – spice girls – hippie – grunge – punk – eu.mesma.
A minha definição das coisas sempre anteviu a fase que eu viveria. Aos treze anos já sabia das desilusões amorosas – experiências vividas, lidas e ouvidas. Sabia definir o que esperar de um homem; você só atrai aquilo que você deseja para aquele momento.
Arquitetura postergada, mas em stand by.

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