1.19.2006

Tudo bem...

Tudo bem, eu sou a complicada da história, eu nunca entendo nada... e vocês fazem pouco disso.
Tudo bem, eu me deixo enganar facilmente, tudo corre muiro frouxo e, de alguma maneira, eu saboto as coisas quando elas estão bem... Eu não pedi para ser compreendida.
Tudo bem, quando voc/ coloca esses pontos, me acrescenta tantos medos, corre para todos os lados, escreve sobre coisas derradeiras. Eu não te odeio, ainda assim... Você teve a pior amostra de mim - self-destruction!
Tudo bem, quando a vida é cheia de cortes, sequências inesperadas, e eu acabo, em infinitas madrugadas, me questionando: esse filme era para ser comercial ou alternativo?
Tudo bem, I Had enough of it... coloco soluções em terras distantes, quando o problema está fincado aqui, entre você e eu: um ponto de interrogação do tamanho da imensidão do céu!!!
Tudo bem, meu bem, você me acha foda e tem medo de mim. Você me quer para ouvir as suas novidades e depois me desiludir. Tudo bem, meu bem, eu não te entendo nunca... Aliás, essa é uma qualidade nossa: nunca sermos entendidos, ambíguos, confusos, platônicos...
Tudo bem, enquanto houverem invernos, haverão mãos para serem esquentadas....

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um paradoxo de sanidade e loucura