10.10.2007

você espera durante um bom tempo. relativamente grande para que se possa aprender com o que se vê e com o que é ouvido.

você anda em círculos durante um bom tempo. relativamente enervante para que se possa entender o por quê de se ter errado.
você gera momentos inoportunos a todo momento. suficientemente irritantes para que se possa descobrir quem são aqueles que realmente importam para a sua existência.

você respira fundo até que as sujeiras incomodem os seus pulmões, até que se sinta tonto o suficiente para saber que sem aquilo você inexiste.
você olha para o lado, vê uma pessoa. pessoa esta que, por sua vez, insconscientemente, precisa de você. assim como você precisa dela. porém, não tenho nada a lhe falar.

você espera um bom tempo, somatiza, sintetiza, formaliza as suas pertinências - a si mesmo não lhe cabe a inteligência; cabe situar-se no mundo imagético de quem tomamos emprestados personagens...
você é a espera... sem mais delongas, você é a espera para o segundo seguinte; otimize.

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um paradoxo de sanidade e loucura