À medida que comparamos alguém com uma terceira pessoa desejamos inconscientemente que ela fosse, em algum momento, em alguma qualidade, como essa pessoa. Como um pensamento ligeiramente perdido, como uma saudade pelo que nunca aconteceu – um sonho precisamente encadeado -, desejamos mostrar a quem é comparado que ele pode ser melhor – segundo a sua ótica. E, por isso, tenho em mente que comparações ensejam uma humilhação imperdoável.
É assim que eu me sinto toda vez que eu sou comparada com outra pessoa. Imagino que a pessoa que me compara deseja que eu seja como o parâmetro que é utilizado na ação. Sinto-me profundamente humilhada, especialmente estando anos-luz à frente deste tal parâmetro.
Na verdade, buscamos sempre as facilidades já vividas sem os problemas vivenciados. Daí que eu posso concluir o motivo de se engendrarem comparações.
11.16.2008
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