Das ondas se desenrolam
O que nunca permiti.
Das espumas se revelam
A desforma de que nasci.
Em descrições inexatas,
Paradoxais sentenças,
Muito que se diga,
Mas evita “do Olimpo, eu desci”.
Em movimentos paralelos
Relatividades exatas
Momentos complexos,
Descreva a mim:
O que és diante dos olhos
É o que tenta descobrir.
E meus cabelos que seguem
As ondas do mar
Ricocheteiam em espumas
Que as teimo negar.
A tal ponto, aquele que posso seguir.
Indiscreto, senhor, o que vê
És a medida exata
Que pode ter de mim.
Inexata em movimentos e pensamentos,
Paradoxal em momentos,
Antecipando sentimentos:
Eis porquê privilegiado
É a quem mostro.
Meus cabelos seguem
Movimentos involuntários.
Meu rosto espelho
De uma questão
Por deveras indagada
E demasiada equivocada.
Meus cabelos seguem
Ondas e interferências.
Meu rosto espelho
De longas existências
Por deveras indagadasE demasiada equivocada.
6.11.2007
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