6.11.2007

quando era grande e o mundo pequeno demais, eu costumava a cantar, sem eco, qual em um filme de godard. quando o mundo me era muito, aceitei o convite da minha amiga ostra, e fui passar uma temporada de pérola. quando o muito não me saciava, buscava, em outras alternativas, o que o muito não me concedia: acuidade. graças aos universos paralelos, encontrei-me e, dadaísta que sou, fiz de mim uma colage aleatória. até que, olhando assim, dependendo da luz, não sou um monstro. estou mais para uma transformista.
e liberem as purpurinas, por favor!

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um paradoxo de sanidade e loucura